quinta-feira, novembro 30, 2006

Chutos?! Só mesmo a pontapé

A CML passou as salas de chuto na nossa cidade.

Vi o entrótito e fundamentação que o vereador Sérgio Lippari Pinto fez sobre a questão.
Um acérrimo defensor das salinhas de vício!

Sou totalmente contra este tipo de assistência a toxicodependentes.
Sou totalmente contra a que seja a CML, e por tal todos os munícipes contribuintes, a sustentar este tipo de vício assistido.
A edilidade lisboeta não pode, de forma alguma, estar a subsidiar, seja a que título fôr, dependências.

Estamos a observar um fenómeno preocupante de "ilegalidade legal", i.e., sendo o consumo de drogas um crime, o Estado, leia-se neste caso concreto a edilidade lisboeta, reserva-se o direito de cometer um crime de fornecimento de drogas às expensas do erário público.

A estes "alberges" chamam salas de injecção assistida!!
Comunmente designadas por salas de chuto (segundo parece trata-se de calão dos toxicodependentes)...

De frisar que os diabéticos nem sequer as seringas para a insulina eram comparticipadas pelo Estado, mas já o toxicodependentes tinham o privilégio de ter seringas de graça.
Agora têm o privilégio de obter a dosesinha a título gratuito.

Este é o nosso Estado de Direito.
Esta é a nossa edilidade que acolhe este tipo de assistência.
Este é um percurso sinuoso que, pessoalmente vejo, no futuro a colher as más sementes que está a lançar.



MP

2 Comments:

At 11:55 da tarde, Blogger biclaranja said...

Injecção assistida não é eufemismo: é uma anestesia geral. Só um imbecil não vê o que se anda a preparar. Quando a alienação for geral será mais fácil mandar no pagode.
Cumpst.

 
At 3:59 da manhã, Blogger Alface said...

O seu problema é o de muita gente. O de achar que há soluções únicas para a maior parte dos problemas.

Deixe-me relembrar-lhe que o caso da solução única é um estado raro e particular, quer no mundo da matemática, uqer da física, quer no mundo, digamos "real"...

Depois não se admirem dos resultados das soluções únicas e espectaculares.

Este é claramente um desses casos: as soluções (de sucesso) são múltiplas, dependem de muitas variáveis independentes e não colineares, etc., et... e por fim só respondem a partes do problema, embora com tendências crescentes de resolução.

Pará-las, por não resolverem o "grande problema", só nos leva a ter um conjunto de soluções cada vez mais incompleta.

Enfim, mais matemática, história, filosofia, etc.,etc... e nunca parar de estudar as evoluções humanas, dá um certo jeito para não pensar a 180.000 Km/h como se de facto tudo estivesse estático.

Alface

 

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